Primeira Ministra desafia Dino Foi a fortificar o FNDS

O Governo desafia o Economista Dino Foi, a tornar o Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável ( FNDS), em um instrumento de transformacção económica, face aos desafios que o país enfrenta. Este apelo foi defendido pela Primeira Ministra, Maria Benvinda Levi, no acto de tomada de posse de Foi ao cargo de PCA do FNDS, nomeado para o cargo pelo Conselho de Ministro.

A indicação de Foi para este cargo, surge num momento que o FNDS desempenha um papel fundamental na implementação de programas de desenvolvimento sustentável, gestão de recursos naturais, adaptação às mudanças climáticas e mobilização de financiamento para projectos de impacto económico e social. Antes da sua indicação para o cargo, Dino Foi, desempenhava as funções de Presidente da Fundação Tzu Chi Moçambique, uma instituição de caridade de reconhecido mérito no país, onde coordenou iniciativas de assistência humanitária e de reconstrução de infra-estruturas afectadas pelo ciclone Idai, em 2019.

Primeira-Ministra, Benvinda Levi, defendeu que a nomeação de Dino Foi, para o cargo deve-se ao seu “percurso de vida, a sua capacidade de liderar processos difíceis, com poucos recursos e, mesmo assim, apresentar resultados concretos que mudam vidas de pessoas, de comunidades e de distritos”.

É desta experiência que necessitamos para consolidar esta importante instituição. O FNDS deve contribuir para o desenvolvimento do sector agrário e, através deste, contribuir para a melhoria das condições de vida no meio rural. Deve também ajudar a elevar os níveis de segurança alimentar e apoiar na redução gradual das importações de produtos agrícolas essenciais, disse Benvinda Levi.

Segundo a Primeira Ministra, o FNDS, deve afirmar-se como “instrumento decisivo para a transformação económica do país”, apoiando soluções concretas e criando condições para que o desenvolvimento seja sustentável, inclusivo e resiliente.

“Os programas do FNDS devem chegar às pessoas, sobretudo às que vivem nas zonas rurais e enfrentam maiores dificuldades, a instituição deve também assumir um papel de liderança na criação de oportunidades para mulheres e jovens.” “Queremos que milhares de moçambicanos encontrem realização profissional sem terem de abandonar as suas comunidades. Ao criarmos oportunidades locais, estaremos a dinamizar as economias dos distritos. Estaremos a reduzir as desigualdades territoriais. E estaremos a reforçar a esperança das nossas famílias”, defendeu Benvinda Levi.

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